Numa comitiva que tem Isaac Nader como líder do ranking mundial nos 1.500 metros e Agate de Sousa como a melhor do ano do salto em comprimento, Gerson Baldé é outros dos destaques de 2026, ao chegar aos Mundiais indoor de Toruń como o terceiro melhor na temporada (8.32 metros), apenas atrás de Bozhidar Sarâboyukov (8.45) e Mattia Furlani (8.39) e à frente de Miltiadis Tentoglou (8.27), Liam Adcock (8.23) ou Carey McLeod (8.22).
“Isto reforça a minha confiança. Apenas mostra que sou capaz de saltar assim tão longe e confio que serei capaz de o repetir quando for mais importante. Tenho grandes expectativas para estes campeonatos em pista coberta”, disse o saltador do Sporting, citado pelos meios da World Athletics.
Sobre parecer mais focado e calmo do que nunca:
“Estar no top 3 da lista de inscritos permite-me sentir muito mais calmo. Já não existe aquela urgência de me provar, porque já mostrei do que sou capaz. Vamos ver o que acontece no domingo, agora que me sinto mais relaxado por estar aqui.”
Falta de sorte ou de sucesso em campeonatos anteriores:
“Isso é o desporto em resumo. Nem sempre os resultados surgem como queremos. Em parte, deveu-se provavelmente ao facto de me sentir nervoso e ansioso, algo que não consegui controlar no passado. Sinto-me muito melhor preparado desta vez e espero que isso dê frutos.”
Estar ao mesmo nível ou tão próximo de Mattia Furlani e outros atletas de topo:
“É sempre um privilégio fazer parte desse grupo de elite, mas estamos todos a começar do mesmo ponto. É uma questão de mostrar quem será capaz de saltar mais longe quando for preciso.”

