Queniano Philemon Kiplimo Kimaiyo suspenso por doping

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Mais um queniano que cai nas malhas do doping. E uma vez mais um nome com algum impacto, pelo menos olhando para os seus registos. Philemon Kiplimo Kimaiyo, o 13.º melhor de sempre na meia maratona (58:11) e 47.º na tabela da maratona (2:04:01), foi hoje suspenso por 2 anos pela AIU, devido a um controlo positivo a clortalidona.

O caso remonta a 19 de julho de 2026, durante um controlo fora de competição realizado em Mwaita, no Quénia. Após quatro recolhas iniciais com urina excessivamente diluída (abaixo do limiar de densidade relativa de 1,003 exigido pelo ISTI da AMA), uma quinta amostra foi validada e enviada para o laboratório credenciado de Paris, que detetou a presença de clortalidona. A substância pertence à classe S5 (diuréticos e agentes de mascaramento), sendo proibida a todo o momento.

O fundista de 27 anos justificou a presença da substância com a toma involuntária de medicamentos da mulher – prescritos para a tensão arterial sob a designação comercial «OLMECURE-CT 40» -, confundidos com analgésicos para aliviar dores musculares após treinos longos.

Como a clortalidona é considerada uma substância especificada e a AIU concluiu não existir intenção deliberada de dopagem ou de mascarar outros produtos, a sanção padrão foi fixada em dois anos, em vez dos habituais quatro. Ao prescindir de audiência no Tribunal Disciplinar e assinar a admissão da culpa a 1 de setembro de 2026, a suspensão de Kiplimo entrou de imediato em vigor, ficando anulados todos os resultados desportivos alcançados desde a data da colheita.

Desta forma, o 3.º posto na Meia Maratona de Bogotá, com 1:03:53, é apagado dos registos, mas ficam todos os outros, nomeadamente as marcas que apontámos acima.

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