A maratonista etíope Ruti Aga, vencedora da Maratona de Tóquio em 2019, foi suspensa provisoriamente pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU). Em causa está o uso de uma substância proibida e a acusação de adulteração no processo de controlo.
Aos 32 anos, a fundista foi formalmente acusada pela AIU de presença/uso de metilprednisolona – um corticoide proibido pela Agência Mundial Antidopagem (AMA/WADA) -, acumulando ainda uma infração por adulteração ou tentativa de adulteração (tampering) de qualquer fase do controlo antidopagem.
A atleta fica naturalmente impedida com efeitos imediatos de competir em qualquer evento oficial enquanto decorre o processo disciplinar.
Aga soma no currículo a vitória na Maratona de Tóquio em 2019 (2:20:40) e dois segundos lugares na Maratona de Berlim (2017 e 2018), tendo como recorde pessoal no 42km a marca de 2:18:09, alcançada em Dongying (China) e Dubai, em 2023 e 2024.
Enfrenta agora uma sanção que pode chegar a vários anos de suspensão caso as acusações sejam confirmadas.

